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POR UMA CULTURA REFORMISTA, POR MAIS CRESCIMENTO E MAIOR COMPETITIVIDADE !

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  Acabamos de celebrar o Abril da Liberdade. Nos 49 anos de democracia a larga maioria das decisões foram tomadas sem ter em conta uma estratégia nacional de desenvolvimento. Apesar dos muitos progressos, Portugal não está a convergir economicamente com a Europa e quase 20% da sua população vive em situação de pobreza.  Desde o inicio do século, o nosso interior rural é aquele com maior declínio populacional da Europa Ocidental e o Estado continua a resistir à descentralização. Em 2022 tivemos a maior carga fiscal de sempre, 36,4 % do Produto Interno Bruto. Um País em que o excessivo peso do Estado e dos impostos tem impedido um maior dinamismo da sociedade, a melhoria das condições de vida, a redução das desigualdades e injustiças sociais. A Democracia não pode resumir-se a liberdades e direitos políticos, a integração europeia não pode ser a fonte única de prosperidade.  Com governações mais à esquerda ou mais à direita, foi possível obter melhores resultados sempre que...

ABRIL EM PORTUGAL; A CELEBRAÇÃO DO 49º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL E OUTRAS EFEMÉRIDES !

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  Celebramos o 25 de Abril .  Particularmente nos tempos que se lhe seguiram, comunistas e a extrema-esquerda procuraram apropriar -se desta comemoração.  Mas celebrar o 25 de Abril de 1974 é homenagear a Liberdade, a madrugada pela qual a larga maioria dos portugueses ansiou. Assinalamos a data que tornou possível o regime democrático, as eleições livres, a liberdade económica e não as nacionalizações, a tolerância e moderação e não o extremismo, a liberdade de expressão e não os saneamentos de inspiração ideológica, a liberdade sindical e não a unicidade, a igualdade de oportunidades e não o igualitarismo, o reconhecimento diplomático internacional e a integração na Europa, a cooperação com os Países de Língua Oficial Portuguesa, a reafirmação dos valores ocidentais e dos nossos compromissos com a NATO.  As promessas de Abril continuam por realizar e haverá sempre um caminho a percorrer para fazer cumprir Portugal e a nossa democracia. Celebremos o Abril da Liberda...

MOURARIA; UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA !

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  A tragédia que se abateu na Rua do Terreirinho na Mouraria, há muito que se previa. Mouraria, um dos bairros mais tradicionais de Lisboa.    Uma zona da cidade onde ficaram confinados os mouros à semelhança dos judeus nos bairros do Castelo em tempos de Reconquista.  Mouraria das tradições da fadistagem, da Severa e do ´´rei sem coroa´´ Fernando Maurício, da capela da Senhora da Saúde, hoje território orgulhosamente intercultural, inclusivo e tolerante. Nas duas últimas décadas, após anos de esquecimento, o bairro recebeu algumas obras de reabilitação do edificado, abriram-se novos espaços de hotelaria e restauração, requalificou-se o espaço público nomeadamente no Largo do Intendente. Nos últimos anos temos assistido à degradação do espaço público recentemente requalificado enquanto aguardamos pela devolução do Martim Moniz como espaço verde e de lazer para usufruto da população, a uma sobrelotação de imóveis residenciais alguns sob a capa de alojamentos turísti...

QUE DIREITA É ESTA? FAZ SENTIDO UM RADICAL DO CENTRO, EUROPEÍSTA E LIBERAL SOCIAL, PERMANECER NO CDS ?

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  Foi um privilégio assistir ao colóquio promovido pela Comissão Política Distrital da Juventude Popular. Uma oportunidade rara de debater Política Pura, quase suprimida do espaço ´´comentadeiro´´ do sistema e que também tem escasseado no CDS. Se a reflexão do colóquio se relacionava com o futuro e posicionamento do CDS, a ocasião viria a permitir uma outra ponderação de cariz pessoal. A afinidade com os oradores e uma sala repleta de autenticidade da juventude, tornaram-na possível.      Faz sentido um radical do centro, europeísta e liberal social continuar no CDS? ·      Faz sentido manter o compromisso político e autárquico com a cidade de Lisboa em representação do CDS? Que Direita é esta?  Formaram o painel de oradores; Manuel Monteiro , antigo presidente do CDS e o colega no Lyceu Passos Manuel que me aproximou da JC – Juventude Centrista, Jaime Nogueira Pinto um dos mentores da minha formação política na juventude e alguns anos...

EFEMÉRIDE. POR OCASIÃO DO BICENTENÁRIO DA CONSTITUIÇÃO LIBERAL A 23 DE SETEMBRO DE 1822 !

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  Assinalamos o dia em que  140 deputados das Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes, aprovaram a primeira constituição política portuguesa, a 23 de Setembro de 1822.  Celebramos hoje, o primado da LIBERDADE.  Evocamos a memória de Manuel Fernandes Tomás, José Ferreira Borges e José Silva Carvalho, enquanto figuras proeminentes do texto constitucional.  Constituição que sancionou o liberalismo e a limitação do poder Real consagrando o princípio «de governar de acordo com a Lei». Um texto constitucional em que constavam, a independência e separação dos três poderes (legislativo, executivo e judicial), a existência de Cortes eleitas pela Nação com a responsabilidade de exercer a actividade legislativa, a supremacia do poder legislativo sobre os demais poderes.  Uma Constituição Política da Nação que no seu primeiro artigo explicitava que esta «tinha por objeto manter a liberdade, segurança e propriedade de todos os Portugueses» , e nos dezoito art...

QUO VADIS, CDS?

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¨ Chegou o momento em que o CDS é chamado a demonstrar que é um verdadeiro partido político… e não um mero conjunto de fidelidades pessoais em torno de determinado indivíduo¨.  Diogo Freitas do Amaral em Dezembro de 1982   O CDS corre sério risco de se transformar num Clube do Campeonato de Portugal, refém de claques organizadas. Em 40 anos de militância, vivenciei momentos de desilusão e regozijo, lideranças que não me suscitaram qualquer entusiasmo e outras uma enorme realização.  Nem mesmo em 1985, um dos períodos mais difícil da nossa história e de maior conflitualidade, assisti a discussão tão fulanizada e insultuosa. Tem sido um   espectáculo indecoroso,  deplorável, que com tristeza venho dando conta nas redes sociais.      Uma das claques organizadas, tem procurado justificar a fidelidade pessoal a Francisco Rodrigues dos Santos, pela supremacia da sua ¨pureza¨ ideológica, pela legitimidade política obtida no congresso, realizada em condi...